Assembléia Extraordinaria 22/01/2015 – Novos Sócios Proprietarios no CODE.

O conselho Deliberativo do CRF votará dia 22 o ingresso de novos associados proprietários em seu quadro mesmo antes do fim do mandato trienal que expira dia 31/12/2015.

Tal “brecha” esta sendo buscada por um grupo de associados que alega ser o ano de 2014 um ano eleitoral face a eleição complementar de quadro realizada para preencher as vagas deixadas pelo conselheiros excluídos por faltas.

Dois problemas se formam desta questão:

1- Se os conselheiros considerarem o ano de 2014 ano eleitoral, os associados proprietários que já eram conselheiros pois estavam inscritos desde 2012 e não manifestaram nova vontade em participar do conselho precisarão ser eliminados.

2- Da mesma forma, se assim for considerado, o Presidente do Conselho Deliberativo cometeu uma infração estatutária pois no mês de setembro deveria ter emitido comunicado para os associados se inscreverem, e, não o tendo feito, precisa ser punido em comissão de inquérito competentemente instaurada para este fim, podendo ficar inclusive inelegível para o próximo pleito.

Mais um problema causado pelos associados que lançaram seus nomes de forma irresponsável nas chapas Azul (Eduardo Bandeira de Melo) e Amarelo-Ouro (Patricia Amorim).

Apenas relembrando os problemas causados por estes associados:

1- Falta de quorum minimo em sessão realizada para discutir proposta de dar destinação útil a mansão de São Conrado.

2- Realização de uma inédita Assembleia Geral de “meio de mandato”.

3- Potencial eliminação de associados proprietários que por desconhecimento não se reinscreveram entre outubro e dezembro de 2014.

4- Potencial aplicação de penalidade contra o Presidente do Conselho Deliberativo que não reconvocou os associados a se reinscreverem em setembro de 2014.

Isto mostra o tamanho da importância do compromisso de se inscrever em uma chapa como conselheiro.

A inscrição não pode ser em vão. O Associado não pode ser leviano e dar seu nome para “ajudar a montar uma chapa” para ganhar e depois virar as costas para o CRF.

A função de conselheiro eleito não é um direito, mas um privilégio e deve ser cumprida com respeito e dedicação.